terça-feira, 22 de novembro de 2011

cartas de amor III

Tocas meu corpo, minha alma me chama.
Que hora sente, hora divaga.
Me carregas em teu sonho feito onda do mar
que se forma,
que se quebra,
que se vai e vem.
Teu querer é puro
vês no escuro o meu olhar que te admira,
que te inspira,
que te encanta,
que te faz amar.
A tua palavra é que responde,
não se esconde, acalma.
Não se ausenta,
mas, a presença que agora me falta
é sentida tão perto, tão longe, tão só.

Elizabeth Woolley

Um comentário:

  1. Como te falei em outra oportunidade," amo tudo que já li, tudo que saiu de tua alma e coração."
    Essa alma de poetisa q estava adormecida em teu peito. Vc escreve leve como dedilha o vioão, como encanta com a tua flauta, como acalma com tua voz. Vc tem a sensibilidade do poeta.
    E pra quem me disse q a minha alma escrevia enquanto q a tua cantava... Quero te falar q vc se enganou, pois a tua alma escreve, compõe, canta, dança e acalma os corações.
    Vc é uma artista completa q se lapida a cada instante. Parabéns flor minha, vc está se saindo uma ótima poetisa, e de poesia posso falar nem q seja um tiquinho, né? rsrs
    Bjo em alma.

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